Quem melhor fotografou em 2015

Ano passado já havíamos selecionado aqui no blog as melhores fotografias de 2014. A postagem continha um resumo do que se trata a fotografia como técnica cinematográfica,  simplificando que cada enquadramento constrói o aspecto fotográfico de um filme. Aqui, vamos acrescentar mais algumas coisas − e mesmo assim não atingiremos o todo do que abrange a cinematography de um longa.              
                                 
O diretor de fotografia busca manter um padrão técnico e artístico de imagens que contribuem para a semiótica da obra. Sua incumbência exige uma noção de espaço e comunicação com os demais quesitos de um filme, indo desde os figurinistas até o diretor. A noção de equipamentos, como lentes, filtros e iluminação, também são de extrema importância para o trabalho de um diretor de fotografia.

Vamos aos 5 melhores, em ordem aleatória:



Mad Max: Estrada da Fúria
(Dir. de Fotografia : John Seale)




Vício Inerente
(Dir. de Fotografia: Robert Elswit)


Sicário
(Dir. de Fotografia: Roger Deakins)


Macbeth
(Dir. de Fotografia: Adam Arkapaw)


Jauja
(Dir. de Fotografia: Timo Salminem)






Quem melhor fez o mais difícil

A montagem de um filme é uma das técnicas que mais dialoga com as demais, em especial a direção e o roteiro. A edição deve tomar cautela, por exemplo, com a continuidade para não prejudicar a narrativa. A montagem é a ultimo dos trabalhos antes de finalizar uma obra cinematográfica. É o momento em que os responsáveis pelo filme, principalmente diretor e editor, sentam e estabelecem os seus objetivos com a narrativa por meio da edição. Imaginem só o trabalho que dá montar os diversos ângulos, por diversas câmeras, com vários movimentos, filmados tudo separadamente e manter tudo em seu devido lugar, em sua devida sequência.


Vamos as 5 melhores montagens do ano, em ordem aleatória.

                                                           
                                                             SICÁRIO  (SICÁRIO) 


WHIPLASH (WHIPLASH)


                                                                   BLIND (BLIND)


                                                CORRENTE DO MAL (IT FOLLOWS)


MAD MAX - ESTRADA DA FÚRIA (MAD MAX - FURY ROAD)

Do papel para as telonas


O erro mais comum quando se trata da definição de Roteiro cinematográfico é confundi-lo com a história do filme, em um todo. Não. Roteiro vai muito além disso, embora os elementos que a história possui faz, também, roteiro construir as suas originalidades.  
Tentando ser prático: quando você planeja uma viagem, você já pré-visualiza os lugares que irá passar (espaço), o que irá ver primeiro e por ultimo (plano, quadro...), quem encontrará (personagens) e o que precisará falar (diálogos) e dentro dessa rota, muita coisa pode acontecer para se atribuir o texto final dessa experiência.
Assim segue o roteiro, como um discurso verbal, escrito de forma a permitir a pré-visualização do filme por parte do diretor, dos atores, dos técnicos, etc. Sua qualidade pode ser destacada por diversas maneiras, mas geralmente o que o enaltece é a sua criatividade e condução que precisa ser bem amarrada em seu desfecho, sem deslizes, buracos ou alguma solução de intriga que não calhe com a obra.
Dada uma possível e simples definição – já que o roteiro só se concretiza quando se torna filme –, vamos aos 5 melhores roteiros de 2015:







Powered by Blogger